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Review: Alpha Tiger (Alpha Tiger)

Alpha Tiger (Alpha Tiger)
(2017, Steamhammer/SPV)
(5.6/6)


Os Alpha Tiger passaram um mau bocado a seguir ao lançamento de iDentity. O disco recebera boas críticas, havia muitos concertos para fazer e, de repente, ficam sem vocalista. Como diz o povo, há males que vem por bem e este foi um desses casos. O novo vocalista é muito superior e trouxe uma alma nova para a banda germânica. Uma alma nova que se refletiu no processo de composição e talvez por isso mesmo este novo álbum seja homónimo. Uma forma de recomeçar ou de regressar às origens. É o que acontece, por exemplo na dinâmica Comatose com um groove poderoso (como segundo tema logo a seguir à intro consegue iludir os ouvintes) a mostrar um novo caminho ou em If The Sun Refuse To Shine, claramente um regresso a uma fase mais alternativa. Mas é Aurora, juntamente com Feather In The Wind, quem melhor define a nova direção estilística dos Alpha Tiger. Um som muito centrado nos anos 70, no rock progressivo (há não só aqui, como em todo o álbum, notórias influências das fases mais criativas dos Pain Of Salvation), com muito órgão (que também tem um papel decisivo em outros temas) cortesia de Johannes Walenta. Outro destaque vai para a divertida e espetacular Welcome To Devil’s Town, tema com forte influência latina – mexicana principalmente. Estes Alpha Tiger estão definitivamente mudados. E querem a nossa opinião? Pois bem, mudaram para melhor!

Tracklist:
1. Road To Veja
2. Comatose
3. Feather In The Wind
4. Singularity
5. Aurora
6. To Wear A Crown
7. Vice
8. Welcome To Devil's Town
9. My Dear Old Friend
10. If The Sun Refused To Shine
11. The Last Encore

Line-up:
Peter Langforth – guitarras
Benjamin Jaino – vocais
Alexander Backasch – guitarras
Dirk Frei – baixo
David Schleif – bateria

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Edição: Steamhammer/SPV