quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Playlist Via Nocturna 29 de setembro de 2016


Review: Different Universe (Guitar Force)

Different Universe (Guitar Force)
(2016, Inverse Records)
(5.3/6)

Atenção porque podemos ser enganados. Um grupo chamado Guitar Force dá ideia de ter as guitarras poderosas e bem altas. Mas isso não acontece. As guitarras estão orientadas para um trabalho mais criativo e dividido com o violino. Por outro lado, um álbum de título Different Universe leva-nos para criações abstratas ou atmosféricas, mas longe da banalidade no nosso planeta. Também isso não acontece. Os polacos praticam um metal melódico que pouco acrescenta ao que já foi feito por bandas como Todesbonden (quando o coletivo opta por entrar em campos de dedilhados acústicos – Nurt, o melhor tema do álbum, e White Lady) ou Visions Of Atlantis/Lunatica, sem as partes speedadas destes. Ainda assim, há em Different Universe algumas boas ideias. A utilização de três guitarras (duas a solar) e um violino cria aqui e ali agradáveis combinações com alguma criatividade e uma áurea de classicismo. Também o trabalho vocal, com as três senhoras a cantarem, demonstra alguma evolução e cuidado. No entanto, o problema de Different Universe é que quando parece que se prepara para dar o salto para momentos memoráveis… contém-se em demasia e fica limitado a pouco mais do que o óbvio. Boas ideias há, capacidade para as executar também parece estar lá. Falta talvez um pouco mais de experiência e maturidade a estes Guitar Force para conseguirem libertar toda a força que trazem no nome!

Tracklist:
1.      To The End Of The World With Ronin
2.      Tribute
3.      Punishment
4.      Nurt
5.      At The Crossroads
6.      Magical Power
7.      Without Names
8.      Forever
9.      Another World
10.  White Lady

Line-Up:
Marcelina Bieniarz – vocais, baixo
Antonina Rysz - vocais, guitarra ritmo
Dorota Kulig - vocais, violino
Marcin Habaj – guitarra solo
Jakub Calka – guitarra solo
Ignacy Rudnicki – bateria

Internet:
Facebook   
Website   

Edição: Inverse Records  

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

INFO: Via Nocturna estreia video de Black Metal, dos Cure For Gravity

Apresentamo-vos os Cure For Gravity! O coletivo é composto por Joe Markert (vocais, teclados e guitarras), Chris Gamper (bateria e percussão) e Dave Walcott (guitarra solo), tendo contado, neste disco, com as colaborações de Dan Feiszli (baixo), Casey Cameron (teclados e arranjos de cordas), Louise Nalbandian (backing vocals) e Ray Puzey (teclados). Este trio pratica uma amálgama de prog rock alternativo, atmosférico, cinematográfico com forte ênfase nos diálogos entre os sintetizadores e os longos, melódicos e técnicos solos de guitarra. A imprensa tem-lhe aplicado rótulos tão estranhos como progressive pop, synth rock, cinematic alt rock mas a banda preocupa-se mais em criar canções de grande musicalidade cruzadas com alguma complexidade. O álbum homónimo de estreia será lançado nos formatos físico e digital a 14 de outubro, seguindo-se uma tournée que deverá entrar por 2017 a dentro. Em Cure For Gravity (5.3/6) a banda usa uma eclética mistura de elementos eletrónicos e ao vivo por forma a transportar os ouvintes até uma paisagem sonora desenhada por eles próprios. A inspiração dos Cure For Gravity assenta nas bandas clássicas de prog rock (Genesis, King Crimson), na experimentação electrónica de John Cage e referências mais recentes como Radiohead, God Is An Astronaut ou The National. E é precisamente esse eclectismo que mantém os ouvintes ligados faixa atrás de faixa. Liricamente, Cure For Gravity lida com o isolamento e a falta de ajuda. Uma temática que combina bem com o background musical e com os atuais tempos turbulentos. Black Metal, por exemplo, o primeiro single, explora o território da escuridão distópica que reflete o território político atual. O primeiro vídeo, que Via Nocturna se orgulha de estrear para Portugal, é precisamente deste tema Black Metal.

Tracklist:
1.      Tonight
2.      Sunspots
3.      Just Like Candy
4.      Black Metal
5.      Push
6.      Killing For The Queen

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Review: The Cot (Tommy The Cat)

The Cot (Tommy The Cat)
(2016, Independente)
(5.5/6)

Oriundos de Famalicão surge este coletivo, Tommy The Cat, que aparentemente busca o seu nome numa canção dos Primus e que se estreia com The Cot. The Cot é um conjunto de 10 excelentes canções com base punk, enérgicas e atitude provocatória. Um som deveras hiperativo, sujo, caótico até, que busca influências numa confluência de caminhos que tanto vêm dos Sex Pistols, como dos Jane’s Addiction, como dos Mudhoney, como mesmo dos Rage Against The Machine. Se gostam destes nomes, seguramente irão gostar dos Tommy The Cat e de The Cot. O instrumental é agressivo e apoteótico, por vezes seguindo caminhos díspares das linhas vocais, mas que resulta muito bem. O baixo tem um desempenho fulcral na agregação dessa esquizofrenia em que por vezes The Cot mergulha. Uma estreia auspiciosa de uma banda que sabe como dosear as suas influências e nem se coíbe de entrar por campos do reggae, do funk ou do punk. De uma forte atitude rockeira é que eles não se afastam muito e fazem muito bem. Um agradável proposta (mais uma!) a vincar a forma criteriosa como se tem vindo a trabalhar em Portugal.

Tracklist:
1.      Love Station
2.      World To Suck
3.      Journey To Love
4.      Pet Shop Woman
5.      Wanna Go
6.      Get Fall
7.      Ashley
8.      Ready To Flow
9.      No Pride
10.  Purple Wings

Line-Up:
Nuno Grilo – vocais
Luís Pereira – guitarra e vozes
Márcio Pereira – baixo e vozes
Rui Pedro Ferreira – bateria

Internet:
Facebook   

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Entrevista: Hammerschmitt

Em 2011, 12 Jenseits Der Stille, não correu muito bem para os Hammerschmitt, mas a banda arregaçou as mangas e voltou às suas origens de uma forma impressionante com dois EP’s – dois volumes correspondentes às duas partes de Born To Rock – em 2013 e 2015. Foi esta a base para este regresso em grande forma num longa-duração que reúne os temas dos dois EP’s. Simplesmente a rockar, os alemães mostram que ainda estão On Fire! O guitarrista Gernot Kroiß falou-nos de tudo isso e até já nos foi adiantando que já há temas novos para um novo álbum a sair em 2017.

Olá Gernot! Antes de mais, parabéns pelos vossos 20 anos de atividade. Como se sentem olhando para trás e vendo tudo o que alcançaram?
Olá! Muito obrigado. Na verdade, a nossa maior conquista é a nossa amizade já que continuamos a ter os mesmos membros na banda – mesmo contando como tempos como Pierrot, que já foi há 30 anos!

E agora de regresso completamente rejuvenescidos e em grande forma com Still On Fire. Como se sentem?
Sentimo-nos ótimos e estamos a divertirmo-nos muito. Não temos - e não queremos - provar nada a ninguém.

Indo um pouco ao passado, o vosso mais recente longa-duração de originais, 12 Jenseits Der Stille, não foi muito bem recebido. O que aconteceu nessa altura?
Perguntamo-nos seriamente o que queríamos alcançar e onde queríamos chegar com a nossa música. Devemos alguma coisa? Estamos obrigados a quê?

O que aprenderam dessa experiência?
Desde 1997 que temos vindo a escrever letras em alemão e particularmente com 12… mais uma vez desenvolvemos todos os esforços. É um grande álbum, mas simplesmente a língua alemã não é popular na cena do metal. É lamentável, mas temos que aceitar.

Mas começaram, a experimentar o Inglês nos dois volumes de Born To Rock, um regresso às origens. Que importância tiveram esses EP’s na carreira dos Hammerschmitt?
Ambos os EP's foram o início real de Still On Fire - estas são as nossas raízes; este é o tipo de música com a qual tudo começou para nós no início da década de 80.

Todas as canções do EP estão agora presentes neste álbum. Foi ideia da editora?
Inicialmente foi uma ideia de Bobby Altvater, que gravou ambos os EP's, mas foi só quando Mario Lochert fez a mistura e a masterização que a Massacre veio ter connosco.

Portanto, este conjunto de canções não é, precisamente, novo. Durante quanto tempo trabalharam nelas?
Uma parte foi gravada em 2013, a outra no final de 2015. A mistura foi feita em junho de 2016. No total, foram 20 dias, acho eu.

Como surge o tema Zombie dos Cranberries neste álbum? É um tema que costumam tocar ao vivo?
Sempre gostei muito dessa música e no ano passado tocámo-la ao vivo pela primeira vez. Inicialmente não estava previsto entrar no álbum, mas depois, simplesmente, não o quisemos fazer sem ela.

E já têm temas novos?
Absolutamente. Estamos ocupados a escrever novas canções e estão a planear um sucessor de Still On Fire para 2017.

Que outros projetos têm em mente para o futuro?
Sim - iremos apoiar os Serious Black na nossa primeira tour europeia como cabeça de cartaz.

Muito obrigado Gernot. Queres acrescentar mais alguma coisa?
Obrigado, foi uma honra para mim – saudamos-te!

domingo, 25 de setembro de 2016

Flash-Review: Caminhos (Pedro Raposeira)

Álbum: Caminhos
Artista: Pedro Raposeira
Editora: Cogwheel Records   
Ano: 2016
Origem:  Portugal                                         
Género:  Pop/Rock, Rock Alternativo
Classificação: 5.5/6
Breve descrição: Músico e designer, Pedro Raposeira inicia a sua aventura musical com um EP de um pop/rock de influências alternativas e deveras elegante. Cinco temas com sequências rítmicas compassadas conduzidas pela guitarra acústica e sempre em português.
Highlights: Caminhos, Tudo Vai Tudo Vem, O Poder de Decisão
Para fãs de: Delfins, Azeitonas, The Beatles, João Pedro Pais, André Sardet

Tracklist:
1.      Caminhos
2.      Tudo Vai, Tudo vem
3.      Já Está na Hora
4.      Vou Sair Daqui
5.      O Poder de Decisão

Line-up:
Pedro Raposeira – todos os instrumentos e programações
Renato Costa – bateria
Diogo Contins – vocais
Cristiana Bento - vocais 

INFO: música não convencional para mentes não convencionais

Every Little Spirit
(MARCUS CORBETT)
O britânico Marcus Corbett tem um novo disco intitulado Every Little Spirit. Marcus é um guitarrista acústico, compositor e cantor que divide a sua base de trabalho entre Marlborough, no Reino Unido e Pune, Maharashtra, India, sendo que, de quando em vez também se desloca para passar algum tempo em Resende, Portugal (aqui bem perto de nós). O facto de passar muito tempo na India fê-lo emergir nos fundamentos da música clássica do norte daquele país. O resultado é uma mistura multicultural na sua world music associado ao som cinematográfico da inclusão, neste trabalho, de violinos e um violoncelo. Um desafio na procura do charme cultural individual e na integridade da música que volta a contar com instrumentos tradicionais indianos – como a tabla. Every Little Spirit abre com Strung Deep, uma remix do tema Castanets presente no EP anterior e que conta com a coprodução de Sam Williams (Supergrass/The Go Team!). Neste trabalho Corbett está acompanhado de Nitin Gaikwad e Sharanappa Guttaragi (tabla), Saylee Talwalkar (vocais), Milind Date (flautas), Anjali Singde-Rao, Sanjay Upadhye e Sachin Ingale (violinos) com a colaboração do virtuoso violoncelista de Oxford, Bruno Guastalla. Every Little Spirit é composto por oito canções que perfazem 59 minutos de puro world music e que liricamente se baseia numa reflexão de como as nossas raízes influenciam toda a nossa vida.

Chromatic Dialogues
(GUSTAVO ASSIS-BRASIL)
O virtuoso guitarrista Gustavo Assis-Brasil tem um novo disco no mercado. Trata-se de Chromatic Dialogues, um conjunto de temas escritos em 2015 e que tiveram a presença de Dave Darlington (vencedor de um Grammy) nos processos de masterização e mistura. Segundo o guitarrista, a ideia para este álbum era combinar diálogos musicais improvisados. O resultado foi um conjunto de momentos espontâneos em que os instrumentos conversam entre si, de forma abstrata e passível das mais diferentes interpretações por parte do ouvinte. Entre outros trabalhos, Gustavo recentemente participou no projeto Mahavishnu Re-Defined – a Tribute to John Mclaughlin & the Mahavishnu Orchestra, tendo, ainda criado a banda sonora do filme brasileiro Manhã Transfigurada. Para além de guitarrista, Gustavo Assis-Brasil tem também três livros de técnica de guitarra já editados. Com o guitarrista colaboram, neste álbum, os seguintes nomes: Tony Grey (baixo elétrico), Vardan Ovsepian (piano e sintetizadores), José Pienasola (baixo acústico) e Mauricio Zottarelli (bateria)

Happy Note Records Sampler 2016
(CHARLES XAVIER)
Charles Xavier, aka The Xman, é um visionário produtor, compositor, músico eletrónico e percussionista com um trabalho eclético marcado pela sua loucura criativa. O seu sexto álbum, Happy Note Records Sampler 2016, é uma compilação que cobre os mais de vinte anos de lançamentos de The Xman, com os contributos de Satori e The Messengers, num registo que inclui géneros como o jazz, eletrónica, new age, reggae e ambient. Um disco que representa, na perfeição, o lema da sua multifacetada companhia discográfica, a Happy Note: Unconventional Music for Unconventional Minds. Uma larga coleção de músicos emprestam o seu talento a esta compilação, sendo de destacar o saxofonista Sam Riney (Freddie Hubbard, Ray Charles, Chaka Khan), o trompetista Warren Gayle (Joe Henderson), o virtuoso baterisa Vinnie Colaiuta (Herbie Hancock, Jeff Beck, Joni Mitchell, Paul McCartney), o percussionista Jackie Bertone (Brian Wilson, Stanley Clarke, Tower of Power), o guitarrista Barry Reynold (Grace Jones, Marianne Faithful, Black Uriah), os baixistas Tony Newton (Diana Ross, Smokey Robinson, Tony Williams) e Steve “Liberty” Loria (Spirit, Tricky), os teclistas Richard Larsen (Berlin, Erasure, Atomic Clock) e Hayden Clemente (Huey Lewis, MC Hammer) e a harpista Carol Robbins (Billy Childs, Jose Feliciano).

Layers
(ON DOLPHIN)
Layers é o nome do trabalho de estreia do coletivo de San Francisco On Dolphin, banda liderada pela vocalista Melissa Lyn. Lançado a 22 de julho, Layers é descrito como indie rock para pessoas curiosas e esperançadas. Isto porque neste trabalho a banda desenvolve ideias que vão desde a curiosidade e experimentação até às crenças e conhecimento.  Tudo isto tendo em vista a procura do conforto da família e da comunidade. Melissa tocou durante anos como solista em formato acústico até que se aventurou na guitarra elétrica com o seu marido, engenheiro e produtor Ryan Clark no que originou os On Dolphin. Musicalmente, Layers varia entre um rock direto do tema de abertura More Good Days até às dinâmicas orquestrais de New York ou Layers, passando pelas paisagens de sonho com base de drum beat de Dance In The Kitchen. Para além de Melissa Lyn (vocais e guitarras) e do seu marido Ryan Clark (bateria), os On Dolphin contam ainda com Anderai Maldonado (baixo) e Nathan Dennen (teclados e pianos)

The Curved Air Rarities Series Volume 1/Tapestry Of Propositions
(CURVED AIR)

Tapestry Of Propositions é o primeiro volume da Curved Air Rarities Series dos Curved Air. Este primeiro volume é um álbum ao vivo com uma hora de duração apresentando as diferentes versões do tema Propositions, com uma dúzia de improvisações que agora são apresentadas todas reunidas. Todas reunidas e de forma contínua, criando uma sensação de repetitividade exasperante. Este tema, diz a vocalista Sonja Kristina, já é tocado pela banda há mais de 40 anos, sendo que o corpo principal do tema permite bastante liberdade, pelo que em cada noite era tocado de uma forma diferente, variando com o momento. Este CD serve, também, para capturar e mostrar a veia inspiradora e criativa dos britânicos. Nesta gravação, os Curved Air são: Sonja Kristina (vocais apenas nos temas 1 e 17), Florian Pilkington-Miksa (bateria), Kirby Gregory (guitarras), Chris Harris (baixo), Robert Norton (teclados) e Paul Sax (violino). A edição é da Cherry Red Records. O interesse da mesma é altamente duvidoso.

sábado, 24 de setembro de 2016

Notícias da semana

Rui Vieira (voz/guitarra) e Hélder Rodrigues (bateria) (dos Machinergy) acabam de terminar uma curta-metragem intitulada A Bruxa d'Arruda. Arruda dos Vinhos é a vila onde Rui e Hélder vivem e cresceram e esse lugar tem a lenda mais conhecida e misteriosa sobre uma bruxa em Portugal. Chamam-lhe a Bruxa de Arruda. Alguns acreditam, outros não, como é sempre apanágio neste tipo de histórias. Com este material precioso em mãos, decidiram forjar uma história, mas não uma normal e previsível. O resultado é perturbador, negro e com uma aura sobrenatural. A Bruxa d'Arruda irá estrear muito em breve (outubro 2016) em Portugal. A Bruxa d'Arruda tem cerca de 10 minutos de duração e uma grande mistura de cores e tons. O filme foi rodado em 4 dias seguidos em vários locais de Arruda dos Vinhos e arredores. O trailer já está disponível, bem como a Banda Sonora Original.


Os brasileiros Almah, liderados por Edu Falaschi (ex-Angra) lançaram esta semana o seu novo trabalho intitulado E. V. O. via Test Your Metal Records. A distribuição na Europa está a cargo da Pride & Joy Music e no Japão da King Records. Este quinto trabalho dos Almah foi gravado em S. Paulo nos IMF Studios. O tema Age Of Aquarius já pode ser ouvido aqui.



Fight é novo vídeo retirado do mais recente disco dos Seven, Shattered, lançado a 23 de setembro via Escape Music. Este novo tema foi coescrito pelo bem conhecido Jeff Paris (Mr. Big, Vixen, Y & T, Paul Stanley).



Good Morning Apocalypse é o título do trabalho dos Heaven Below que tem data de lançamento prevista para 14 de outubro via EMP Label Group. Um trabalho do melhor nível do hard rock americano, que os levou a serem já considerados como os novos Guns n’ Roses. Podem ir confirmando isso no vídeo do tema Renegade Protest Movement.

Searching For The Spark é o título da caixa a ser lançada brevemente que inclui 22 álbuns de Steve Hillage. Uma caixa, verdadeira obra de coleccionador, que percorre toda a carreira do brilhante guitarrista britânico. Para além dos trabalhos conhecidos, Searching For The Spark ainda inclui para cima de 40 minutos de material nunca antes disponibilizado entre outras raridades e peças de coleccionador. Um vídeo promocional pode ser visto aqui.


Os membros do prog trio This Oceanic Feeling, continua a promover o seu trabalho de estreia, Universal Mind. Para isso, a banda acaba de lançar, em formato digital, o seu segundo single retirado deste álbum, I Play Debussy que pode ser descarregado aqui. Entretanto, a canção Put Down The Gun está nomeada para o Anthems Award nos Prog Awards 2016.



Quem é Mr. Gallini? É Bruno Monteiro, baterista do avassalador quarteto rock and roll luso Stone Dead e o que Mr. Gallini propõe é um vislumbre a um imaginário particular com sons que emanam da sua mente como uma espiral de referências musicais de tempos idos onde o relógio pára e o tempo se dilui. Neste seu projecto a solo, o alter ego de Bruno Monteiro pode igualmente ser descrito como calmaria idílica Psych harmonioso à beira mar em contraste com o acelerado dia a dia de quem não quer ceder a crescer e deixar para trás o charme, a inocência e a criatividade quasi-infantil que tantos de nós perdem com o passar dos anos.


O percurso dos Cave Story ficou desde cedo definido, confundindo-se com as suas intenções bárbaras de avançar no panorama pop com a desenvoltura do post-punk e a energia incontida do indie rock: é em direção à infame revolução em que dançar é condição inegociável. Editadas as primeiras aventuras discográficas em formato EP, o trio das Caldas da Rainha prepara-se para se estrear no formato longa-duração com West, registo onde desbravam refrães com a urgência do rock sem pôr de lado a doçura pop que nos agarra e envolve em eletricidade. A primeira amostra chega-nos na forma de Body Of Work.


Chasing Rainbows é o álbum que os finlandeses Wishing Well lançaram, já este ano, a 5 de fevereiro pela Inverse Records. Depois do primeiro vídeo para a faixa Science Fiction, o coletivo acaba de lançar mais um vídeo, desta feita para a quinta canção Luck Is Blind.




A Valery Records e a V-Promotion anunciaram o lançamento do álbum Bloop dos Acid Muffin. Os Acid Muffin são um power trio que toca rock melódico e experimental claramente inspirado pelo grunge dos anos 90. Bloop sucede ao EP Nameless editado em 2013 e a uma forte atividade ao vivo no seu país natal, sendo lançado a 28 de outubro.



Os Fingertips estão de volta aos palcos portugueses, com concertos no Estúdio Time Out e na Casa da Música, em novembro, integrantes da Constellation Tour. Nos últimos tempos a banda nacional tem trabalhado com Mark Needham (Imagine Dragons, The Killers, Fleetwood Mac) nas novas canções que estão a ser gravadas no The Ballroom Studios e no East West Studios em Los Angeles.



Os Parallel Minds juntaram-se ao estúdio Piranaking e o resultado é uma nova canção. Chama-se Last Fight e será utilizada no seu primeiro videogame. O tema pode ser ouvido e descarregado no bandcamp dos franceses.




Nome incontornável do rock progressivo e voz única, Jon Anderson vê agora a sua estreia conceptual em DVD, Tour Of The Universe, originalmente lançada em 2005, ser relançada com áudio digital.